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4 de jun. de 2011

MATERIAL DE APOIO - RETA FINAL



POR QUE DEVEMOS VOTAR EM 28 CANDIDATOS DA TLS - OPOSIÇÃO PRA VALER

Nesse último ano e meio, aqui na Subsede de São Bernardo do Campo, vimos o verdadeiro modelo de gestão do MTS - paralisia e despreparo - para lidar com os interesses da categoria. Durante dez anos construímos uma Subsede de oposição que era referência no estado e gozava de credibilidade junto aos professores nas escolas. Nossas ações se pautavam pela democracia, transparência e respeito a todos os professores e aos grupos políticos existentes na categoria.
Em todo esse tempo construímos espaços democráticos de reivindicações e luta por dentro da Subsede, fomos nós que iniciamos a abertura da Subsede para os movimentos sociais sem nos preocuparmos se eles eram ou não afinados com nossa corrente política. Todas as grandes ocupações que aconteceram nesta cidade obtiveram o apoio da Apeoesp. Fomos nós que criamos o coletivo anti-racismo, que desenvolveu várias atividades políticas e educacionais na perspectiva da construção de uma sociedade sem preconceitos. Toda a estrutura funcional de equipamentos, funcionários e plantão jurídico que existe hoje são frutos de nossas ideias e capacidade administrativa.
Em todas as greves dos últimos 15 anos fomos o grupo que mais se dedicou, de corpo e alma, para construção das mesmas. As maiores polêmicas e as reivindicações de interesse da categoria foram elaboradas por nós ou tiveram nossa participação, a exemplo das lutas pela obrigatoriedade da matéria de Filosofia no ensino médio em nível nacional (na qual esteve à frente o companheiro Aldo Santos), pela estabilidade para os OFAs no Estado (na qual esteve à frente o companheiro Paulo Neves, que nos últimos anos se tornou um dos maiores lideres da oposição no estado, com capacidade de diálogo com a categoria, sensibilidade política para enfrentar as polêmicas e apresentar soluções, além de possuir grande espírito democrático, reconhecido por todos).
Criamos uma dinâmica de receber e encaminhar as reivindicações da categoria, seja de ordem individual ou coletiva, resolvendo conflitos internos nas escolas e enfrentando os conflitos externos; quando necessário na diretoria de ensino no DRHU e na secretaria de educação (nos quais tomou a frente o nosso companheiro Diógenes e toda a executiva da sua gestão).
Quero aqui, publicamente, reconhecer e homenagear a todas as mulheres militantes da TLS, que com suas capacidades políticas e sensibilidade administrativa, construíram esta Subsede. Em especial e em nome de todas, quero falar das nossas tesoureiras Soninha, Nobuko e Conceição. Aqui estão as melhores tesoureiras que esta Subsede já teve, pois nunca usaram de discursos bonitos e de reivindicações coletivas para benefício próprio, como vem sendo a prática da atual gestão. Neste momento, me vêm à memória muitas mulheres que aqui passaram e outras que aqui estão ajudando a construir esta Subsede. São muitas, mas aqui quero mencionar algumas e espero que todas se sintam contempladas. Vou começar pelas duas que foram coordenadoras desta Subsede e, de forma brilhante, deixaram suas marcas: a querida Elisete e nossa guerreira Lourdes. Quem nesta categoria nunca ouviu e viu na luta as companheiras Ângela, Nilzete, Judite, Célia e todas que hoje fazem parte desta linda, comprometida, dinâmica e revolucionária Chapa da Oposição de verdade? São elas que nos ensinam e enchem de alegria nossas almas.
Orgulhamo-nos por receber novos militantes, que são ousados e comprometidos com a luta da categoria, como Nayara, Vicente, Denis, Junior e outros. 
A minha vontade aqui era descrever tudo que vi e acompanhei junto a esses companheiros e companheiras. Seu desenvolver, construir e lutar; mas isso nos traria muitas páginas e tornaria cansativa a leitura de todos vocês. Isso me levaria a desviar do objetivo desta carta, que fiz para vocês, queridos amigos e militantes professores de São Bernardo do Campo.
Quero aqui de forma franca e sincera apontar os erros daqueles que hoje estão na direção da Subsede e que se comportam como fiéis de Igreja Religiosa Fundamentalista, que se apresentam como os donos da verdade e revolucionários de plantão.
Quero começar por aquilo que eles dizem ser iniciativa de sua gestão:
“ - Fizemos oficina do holerith”: A verdade é que o idealizador e proponente e pioneiro desta oficina foi o companheiro Paulo Neves.
“- Agora a categoria tem creche na Subsede”: a verdade é que a creche só tem servido aos filhos deles, pois até o momento, nenhum - estou dizendo - nenhum filho de professora ou professor da base desta categoria utilizou este serviço.
“- Fizemos pela primeira vez um curso gratuito para o concurso”: a verdade é que esse foi o pior e mais desorganizado curso que já tivemos nesta Subsede, sequer apontam quantos professores foram aprovados nas provas e concursos. Na verdade foram palestras mal elaboradas e não curso. Curso tem metodologia, objetivos e avaliação. O que não ocorreu na atual gestão.
Suprimiram a reunião semanal da Coordenação da Subsede espaço fundamental para encaminhar os problemas cotidianos, prejudicando a categoria.
Estas, entre outras barbaridades, destemperos e atropelos cometidos que aqui não vou mencionar, pois agora pode me faltar espaço e paciência.
É preciso resgatar, reconstruir espaços e dinâmicas que foram quebradas neste um ano e meio que se passou e, ao mesmo tempo avançar em construções e lutas que possam beneficiar a categoria. As melhores propostas para isso foram apresentadas pelos companheiros da Chapa Oposição pra Valer (TLS e independentes), número 01 a 45 e 94. Se ainda não leram o Boletim da Chapa Oposição pra Valer (TLS e independentes), peguem e leiam e vão perceber que estes são os que mais têm capacidade e dinamismo para tocar esta Subsede.
Por fim, embora a vitória destes companheiros seja possível; ela não e fácil. Nossos concorrentes estão jogando sujo, mentindo, retirando nossos panfletos e caluniando nossas lideranças no intuito de confundir a categoria e permanecer no comando da Subsede. Por esta razão escrevo esta carta pra você, companheira (o) militante e professor (a) amigo (a). Para que nesta reta final, se empenhe e ajude estes e estas companheiras (os) a saírem vitoriosos desta eleição. 

LEANDRO RECIFE

Um comentário:

  1. Ao companheiro Leandro, a nossa gratidão, por tamanha sensibilidade, ao reconhecer o compromisso desses lutadores em defesa da nossa categoria.
    Estou certa que faço parte de um coletivo responsável e fiel a luta dos trabalhadores.

    Abraços socialistas
    Profa Lourdes

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